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Posted at 6:41pm

 


Just fell like this, daddy felling, it’s awesome, I love it.

 

Posted at 6:30pm

 


What is that?

you already have the strange feeling you are forgetting something just when you almost leave ? yeah ? maybe isn’t some ‘thing’ you forget and you realise that: you don’t have this ‘thing’ to USE … and starts the bad and good feeling at the same time, then you go and drink one, two maybe three beers and continue with your life normal and miserable.

 

Posted at 1:55am

 


É quando tentamos manda uma calça para o fabricante na Malasia, realmente esta na hora de parar de beber. Bem vou pegar uma cerveja.
Charlie Harper
2 notes

Posted at 7:43pm

 


Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga. -
Denis Diderot

Posted at 8:10am

 


and it’s all my blame (:

Posted at 12:20pm

 


And now…

…I had a baad feeling.

 

Posted at 11:47am

 


Um Humilde Manifesto a Nós

É isto o que somos.

Nós fumamos, bebemos, fazemos sexo e não somos o clichê da humanidade.

Normalidade.

Aconselhamo-nos a sermos normais e a comermos menos carboidratos. Nós assumimos que comemos o sabor de nossa mocidade. Temos o carisma da adolescência e o pudor dos adultos. Agora podemos nos rastejar sem medo e pregar as nossas alucinações sem drogas. Cabemos num mundo que não cabe em nós e que não cabe a nós. Vomitamos nas praças sem nojo. Apreciamos as pálidas derrotas da rotina. Trabalhamos! Então corremos em busca da força. O que podemos esperar é o que nos espera. Acabamos fadados ao destino. Assistimos à nossa própria vitória sem ao menos nos levantarmos. O espírito de nossos ideais é o ar. O corpo de nossa História é a próxima música. Comemos carvão, digerimos sódio, respiramos anfetamina. Nada nos impede de lutarmos contra a vida. Lutamos contra tudo sem conhecermos nada. Empreitadas de puro ódio! O amor é a fuga, hoje. Conhecemos um passado dentro de uma lente de aumento embaçada. Cuspimos o ancestral dentro do copo de nossas bebidas alcoólicas. Podemos castrar nossas próprias fases sem denominá-las. Assumimos a culpa e a satirizamos. Cumpra-se o que se tem de cumprir e não permitiremos revogações. Apertamo-nos entre conselhos, abominações, espaços curtos. Sabemos de nossa existência, pois não gostamos de senti-la. Não tememos demônios, somos seus aliados, pois os que se crêem demônios são nossas vítimas. Habitamos o mundo e não o pertencemos. Vivemos! E ninguém nos repudia. Somos a face da fé, somos o paraíso. Espelhamo-nos na profusão de desejos súbitos. Esta é a verdade, e consiga-a. Podemos voar sem sonhos, e saímos de buracos terrenos, profundos e invisíveis. Somos sexuais, inconseqüentes, astutos. Compreendemos as lições e as negamos. Não nos manifestamos perante as críticas sem antes julgá-las. Ajoelhamo-nos em face do eterno. Somos a eternidade! Chateia-nos o caminho da paz e, ainda assim, por ela guerreamos. Estamos entre um ponto e outro. Funcionamos.  Esperamos pelo futuro sendo um pretérito imperfeito. Ah, que se oprima a perfeição! Temos mãos para o suspeito. Choramos pelo impossível sem nunca perdê-lo de vista. E, por fim, cansamo-nos e dormimos. Espectros de desistência nos beiram sem nunca nos atingir. Cantamos! Sentimos!  Pulsamos! E lidamos com isso na passividade das sombras que carregamos. Absurdo é o tempo passar e nos levar com ele como se fôssemos sombras.

Que restemos! Que possamos prosperar! Que não nos tornemos as ruínas do templo da realidade! Que sejamos, que sejamos o futuro! E nada nos abraçará sem o temor de permanecermos. Somos, portanto, o imprevisível, sem nunca sê-lo, e o inexplicável sem nunca pretendê-lo. Podemos ser o silêncio imperturbável, mas nunca seremos inaudíveis. Portanto, ouça-nos! Ouça-nos para que sejamos ouvidos.

E calem-se

Fonte: http://destruindoadualidade.wordpress.com/2010/09/05/um-humilde-manifesto-a-nos/

 

Posted at 9:35am

 


O que podemos esperar é o que nos espera.
Any =]

Posted at 9:31am

 


O dia de amanhã ninguém usou. Pode ser seu.
 - Pagano Sobrinho

Posted at 10:04am

 




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